Crise do coronavírus: como o varejo deve enfrentá-la?

Crise do coronavírus: como o varejo deve enfrentá-la?

A crise do coronavírus tem trazido mudanças de pensamento e comportamento, e o varejo é um segmento bastante afetado. Os reflexos sociais, como não poderia deixar de ser, chegam a variados setores econômicos e instigam os gestores a encontrar saídas.

Isso acontece porque gêneros de produtos e serviços supérfluos e que envolvam contato humano, além de bens duráveis, estão perdendo espaço. Crises levam os consumidores a repensar prioridades e hábitos, os quais impactam diretamente as compras.

Mas, afinal, como o varejo deve se preparar para esse cenário? Esse é o tema do nosso conteúdo. Então, se você tem dúvidas, acompanhe o artigo até o fim. Vamos descobrir formas de vencer a crise no varejo? Confira, ainda, como explorar o rico universo online para manter os clientes e fazer o seu papel social. Boa leitura!

Qual o impacto da crise do coronavírus no varejo?

Entre os principais impactos no varejo, alguns setores encontraram, em um primeiro momento, pico nas demandas. Isso acontece justamente por conta da mudança nas prioridades e necessidades dos compradores que transformaram os hábitos de consumo.

Assim, drogarias e mercearias, por exemplo, apresentam aumento de vendas em um primeiro cenário. A aceleração das vendas tem um impacto grande no estoque e pode influenciar no abastecimento. O caminho, no entanto, é incerto.

Outro ponto crucial é a redução significativa de pessoas nos estabelecimentos. Esse fluxo foi amplamente impulsionado pelas recomendações da OMS, e ocasionou outra mudança. Agora, novos formatos de entrega ganham força e desenham novas perspectivas para os varejistas que não podem abrir as portas.

Por fim, a crise do coronavírus impactou também o varejo online. Produtos de consumo rápido, como alimentos, medicamentos e itens de higiene lideram as compras. A categoria essencial, portanto, fortaleceu o segmento nesse primeiro momento em virtude da grande demanda.

 

Como enfrentar?

O foco do varejo agora deve ser a redução de perdas e, claro, muito planejamento. Entregar produtos a domicílio é um recurso viável para liberar estoque e não se esquecer dos clientes. Mais do que isso, promoções ajudam a manter o interesse dos clientes, em especial os que cortaram despesas.

A flexibilidade de pagamentos é uma dica valiosa, e que vai manter muitos clientes no seu negócio. E os canais digitais?  Eles são a melhor opção para manter contato e mostrar que sua empresa está à disposição. Humanidade é a palavra-chave para a comunicação atualmente, e o segredo é a inovação. É disso que os gestores precisam na crise.

Para os negócios essenciais, ainda abertos, é fundamental priorizar segurança e saúde. É possível reduzir a equipe, e os funcionários devem trabalhar com o equipamento adequado. Os mesmos recursos precisam estar disponíveis também para quem compra, como uma ação integrada.

Vamos mais longe?

O varejo encontrou na crise do coronavírus um cenário atípico, e as estratégias precisam estar de acordo. Independentemente do ramo, adequar entregas, vender online e se fazer presente digitalmente são ferramentas valiosas. Neste momento, a prioridade é minimizar as possíveis perdas.

O universo online e o delivery são os melhores recursos para potencializar a atuação e não deixar de vender. Quem já tinha o recurso pode investir em melhorias, e promoções são grandes aliadas dos negócios. Escolha com critério os produtos que vão impulsionar as ações e as vendas do seu comércio.

Agora que você sabe mais sobre como vencer a crise do coronavírus no varejo, é hora de ficar de olho em outros conteúdos para inovar cada vez mais. E que tal compartilhar esse artigo nas suas redes sociais para levar essas dicas ainda mais longe? O mercado precisa de inovação!

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